Bom de cama é quem usa camisinha no carnaval

Por Raphael Roale em 31/01/2008

Com a campanha “Bom de cama é que usa camisinha”, a Secretaria de Saúde do Distrito Federal irá distribuir gratuitamente camisinhas para os foliões da Capital Federal.

Camisinha no Carnaval

Todos os Postos de Saúde do DF estarão abastecidos com material educativo sobre doenças sexualmente transmissíveis – incluindo a Aids – e preservativos para serem distribuídos a qualquer pessoa durante o carnaval.

A Gerência de Doenças Sexualmente Transmissíveis também disponibilizou 200 mil Camisinhas para a Liga dos Blocos Carnavalescos do DF. Durante o carnaval de 2008, a gerência contará com o trabalho voluntário do Grupo Estruturação, Instituto Sabin e de organizações não governamentais (ONGs). Cerca de 500 mil camisinhas abastecerão os postos, além do fornecimento de 470 mil camisinhas às empresas e liga de blocos.

Então, meu camarada, não vacile. Se você pretende fazer sexo, sacanagem, swing, orgia ou deixar a sua vizinha bêbada neste carnaval, confira na lista dos postos de saúde aquele mais perto de sua casa e garanta seu estoque de camisinhas. A sua saúde agradece. A mulherada, também.

Fonte: GDF


Método Coca-Cola para aumentar vendas e atingir metas

Por Raphael Roale em 30/01/2008

Você é um profissional de vendas? Possui metas para ganhar o tão esperado bônus no fim do ano? Tem uma equipe de vendas embaixo dos seus pés para motivar e alavancar seus resultados operacionais e bater seus próprios recordes?

Então esqueça coisas do tipo “Como encantar e conquistar clientes“, “Alta performance em vendas” ou “Sucesso em vendas com PNL“! Esqueça suas aulas de Técnicas de Venda! Esqueça seu MBA! Ponha para escanteio Edir Macedo e tantos outros mestres do marketing!

Conheça o método Coca-Cola para aumentar suas vendas! Ao menos em Goiás o pessoal segue direitinho a cartilha.

Equipe de vendas da Coca-Cola
Acho que tem alguma coisa “elada” por aqui… cadê meu “gelente”?

Segundo o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) de Goiás, um ex-empregado da Coca-Cola entrou com uma ação contra a empresa por danos morais, humilhação e constrangimento por conta de seu gerente de vendas. E – pasmem! – acabou ganhando a ação.

O malandro disse que seu gerente de vendas utilizava palavras grosseiras e métodos desrespeitosos para com os vendedores que não alcançassem as metas estipuladas pela própria Coca-Cola. Depoimentos de testemunhas confirmaram que o gerente tinha o hábito de, nas reuniões, ameaçar os vendedores com um objeto em formato de pênis (sic!) caso não cumprissem as metas da empresa, prometendo “introduzir-lhes o objeto para terem mais ânimo e desempenho nas vendas“.

Em outro depoimento uma testemunha relatou que “certa vez, ocorrendo uma discussão em reunião sobre a troca de garrafas avariadas, chegou o gerente e disse que se a empresa tivesse ônus com as trocas, ele próprio assumiria o trabalho de passar vaselina e introduzir a garrafa nos vendedores”.

Meu Deus! Como tem empregado injusto neste mundo! Até a própria Coca-Cola saiu em defesa do tal gerente dizendo que a atitude do rapaz era apenas “para descontração, em tom de brincadeira”.

Briga coca-cola e pepsi
Veja como sou esperto.. já até arranjei um novo emprego!

Mas não se preocupem, caros leitores. Não tenham pena do rapaz…. o cara já arranjou um novo emprego, como constatado na foto (exclusiva!) acima.

Fonte: Terra


Terremoto no Ceará

Por Raphael Roale em 29/01/2008

Terremoto

Um terremoto de 2,5 na escala Richter atingiu em cheio o estado do Ceará, mais precisamente o município de Sobral. Apesar do susto, ninguém ficou ferido.

Sei não… Talvez o Leonardo não devesse ir tão rápido no regime.

Fonte: G1


Se beber, não galope. Cerveja de chimarrão.

Por Raphael Roale em 28/01/2008

Quem gosta realmente de cerveja, já experimentou ou pelo menos ouviu falar da Dado Bier. Agora, uma das maiores tradições gaúchas – o chimarrão – foi parar dentro de uma garrafa de cerveja. Mais do que isso, virou cerveja com sabor de chimarrão pelas mãos dos mestres cervejeiros da Dado Bier. 

Cerveja de Chimarrão
Mas báh, tchê! Posso tomar de canudinho também?

A tal da cerveja de chimarrão é a DaDo Bier Ilex. Produzida com erva-mate, a matéria-prima do chimarrão, a bebida ainda traz ingredientes como lúpulo, água mineral e um blend de maltes importados. É quase uma cerveja comum, mas quem experimentou afirma que a cerveja é diferenciada, de baixa fermentação, com alto teor alcoólico e a coloração esverdeada. Ou seja, mesmo sendo gaúcha é coisa para macho!

A campanha publicitária destinada ao público gaúcho faz alusão à cultura gaúcha. Em um dos outdoors, a mensagem é a seguinte: “Se beber, não galope”.  Em outro trabalho de divulgação, aparece a seguinte mensagem: “Mais gaúcha que isso, só se viesse em garrafa térmica”.

Apesar do foco da produção ser o público nacional e iniciado para o Rio Grande do Sul, a idéia é atingir o consumidor da Argentina e Uruguai. Quero quando chegar aqui para os beberrões do Cerrado.

“Tú és Guasca?”. Faça o teste e confira. Eu sou 60% (isso é bom ou ruim?).

Fonte: G1 e Dado Bier


O melhor motorista do mundo é baiano

Por Raphael Roale em 24/01/2008

Eu imaginei que já tinha visto de tudo nessa vida. Mas esse cara aí debaixo me surpreendeu. Consegue fazer melhor?

Carro na laje da casa em salvador
Mando bem, ou não? Agora… quem me tira daqui?

Segundo a fonte o motorista foi fechado por um outro carro numa estrada lá no bairro da Paz, em Salvador, perdeu a direção e foi parar em cima da laje de uma casa. O pessoal da superintendência de tráfego tá tentando descobrir até agora como tirar o malandro lá de cima.

E como na Bahia tá todo mundo protegido pelos orixás, o tal motorista só sofreu escoriações leves e passa bem. Mas a foto do acidente com o carro impressiona.


Matando a cobra… mas continua procurando o pau!

Por Raphael Roale em 24/01/2008

Mata a cobra e mostra o pau. Essa coisa de ficar pescando à noite pode trazer problemas, já que nem tudo é o que parece. Mas o que parece, pode até ser.

Mata a cobra e mostra o pau

É o Rio, sempre me surpreendendo.


Estou ficando velho pra sair na balada

Por Raphael Roale em 22/01/2008

Noitada, na balada, saída, ir pro rock… seja lá que expressão queira usar, significa entrar numa boate (ou danceteria, ou casa de show), enfrentar filas gigantescas pra conseguir uma cerveja (cara!), ouvir umas músicas (ruins!) que mais parecem batuques na moleira, disputar espaço com adolescentes histéricos (e desmiolados!), ameaçar estes mesmos adolescentes que tentam mexer com sua mulher (esposa, pô!), enfrentar novamente uma fila pra pagar (caro!), chegar em casa acabado e dormir até babar.

Pista de Dança para velhos
Luz, câmera, ação! Cadê o malandro rodopiando?

Parece filme de terror? Quase. Acho que tô ficando velho para este tipo de programa: boate de adolescentes. Foi o que tentei fazer depois de muitos anos frequentando lugares que já não me pedem mais identidade na porta.

O alvo escolhido foi a boate The Ville, em Niterói. A incursão ocorreu durante minhas merecidas férias na cidade natal. Além de me aventurar em pescarias noturnas, fui convencido de que “ir pra balada” seria um programa legal.

Balada na boate The Ville - com Skol!
Eu tava lá mesmo. Só com muita Skol na cabeça pra aguentar.

Então, por favor caros baladeiros e amigos leitores: me ajudem a entender o que tem de legal e divertido nos acontecimentos a seguir.

Fila para entrar na fila

O camarada que inventou o sistema de pedir identidade para lhe conceder o direito de entrar na fila para mostrar novamente a identidade não deve ter mãe! Ou deve ser coisa da associação dos macacos-segurança-de-boate para garantir o emprego dessa galera. Neste ponto, eram três a conferir minha cara-crachá.

Fila para dar o nome para outra fila

Depois do direito concedido a entrar em mais uma fila, novamente tenho que mostrar a identidade, nova conferência cara-crachá realizada e meu nome devidamente apontado numa comanda. À mão. Neste ponto era uma desmiolada acompanhada de outro segurança fazendo o relato. E olha que ainda nem entrei pelos portões dourados da boate.

Fila para conferência da comanda e mais cara-crachá

Passando finalmente pelos portões dourados, encontro mais uma fila. Agora é pra pegar a comanda onde a desmiolada escreveu meu nome à mão, e mais uma conferência cara-crachá. Feito isso, meu RG, nome e número da comanda passa a ter registro em um sistema computadorizado. Ou seja, por que o imbecil lá na primeira fila já não faz esse troço? Ou talvez a própria desmiolada da primeira conferência?

The Ville. Agora que entrei, quero é curtir.
Tá na hora de curtir… cadê o cara da cerveja?

Ok, agora que entrei eu quero beber

Bem, mais fila. Dessa vez, percebo que cada ponto de venda de cerveja tem pelo menos duas pessoas: uma para te servir e marcar à caneta a comanda, e outra para digitar no computador a mesma coisa que o cara que te serviu acabou de fazer. Excelente, não é? Tem noção da quantidade de postos de trabalho desnecessários que foram criados? E das filas que se formam com este procedimento peculiar? É duro… por isso a Skol Longneck custa 5 reais.

Agora que consegui pegar a cerveja, quero dançar!

Beleza, vou dançar. Num cubículo com mais umas 100 pessoas. E com músicas que nem minha filha de 13 anos – e que ouve aquela droga de Jovem Pan todo dia – conhece. Não dá pra empolgar. E como agora devo mexer o corpo na batida maçante daquelas músicas? Acho que vou ficar parado, levantar o braço e balançar a cabeça pra frente e pra trás. Dá jeito, não dá?

Já bebi e já dancei. Agora, vou ao banheiro.

Num ambiente lotado de gente se balançando, tentar ir ao banheiro não é uma tarefa das mais fáceis. Reparei que, quando um cara quer passar atrás de você, antes dá uma batidinha complacente nas suas costas, manda um “desculpa aí”, gira o corpo um pouco pro lado e tão rápido quanto chegou tenta não encostar nas suas partes baixas e protegidas – o que invariavelmente acaba acontecendo, mas o corpo de lado minimiza o estrago. Só que a malandragem impera quando o sujeito quer passar por uma mulher. Fica parado, partes baixas salientes, e a pressa de mijar desaparece como que por encanto. Afastar essa papagaiada das costas de sua mulher é tarefa recorrente. E nada agradável.

Enchi o saco. Vou embora.

Depois de enfrentar filas para entrar e beber, lutar contra músicas alucinadas, se estranhar com a malandragem na sua mulher e lutar para ir ao banheiro, chegou a hora de pagar a conta. Devia ser fácil e rápido, não é? Esquece. Mais fila. Dessa vez única e indiana. E mais conferência cara-crachá. Talvez para garantir que você seja o mesmo babaca lá do início da noite. Só que com o saco muito mais inchado!

Tô fora!

Ofurô no navio
Daqui ninguém me tira… só se o navio afundar.

Meu negócio é esse aí de cima: ofurô no navio; garçóns me servindo; ser chamado de senhor; sem ninguém pra perturbar.

Será que estou ficando velho?


Pescaria na lagoa, sossego, pôr-do-sol, e… Goianos na água!

Por Raphael Roale em 21/01/2008

Passei o natal e o ano-novo no Rio. Tá, eu sei que a notícia é velha, que o Carnaval tá logo aí porrando a porta… mas é que eu tava há um mês sem Internet, sem telefone, sem saco de usar uma linha discada emprestada pra enfiar as novidades. Então, oficialmente, o ano começa agora para mim e para o blog.

Pôr do Sol - Praia de Itaipu
Quer sossego? Pôr-do-sol em Itaipu, Niterói. É só esquecer a fedentina…

E continuando as amenidades, fui pescar siri e camarão de arrastão na lagoa de Itaipu, em Niterói. É um lugar legal se você não prestar atenção no cheiro de peixe podre, na lama que come sua perna e nos mosquitos te zoando à noite.

E por ser uma lagoa de fácil acesso, tem uma galera tirando onda de jet ski. Ou pelo menos tentando, como o malandro aí da foto:

Acho que minha idéia não vai dar certo.
Veja como sou esperto! Será que meu carro sabe nadar?

O zé mané me enfia as quatro rodas de uma picape na lama, sem tração, encaixa o reboque na traseira, mete uma porrada de gorducho no carro e ainda acha que a coisa vai funcionar. Sem chance! O pior é ter que aguentar a galera sacaneando:

Alguém me ajuda a tirar o carro da água?
Alguém viu minha bóia por aí?

Então? Quantos cariocas são necessários pra tirar o carro de um Goiano da água? Não sei, mas prefiro ficar de fora tirando fotos e zoando. É muito mais divertido!

Pescaria de siri na lagoa
Siri esperto não aparece no arrastão. Ou vira moqueca.

Mas depois da palhaçada, consegui siri o suficiente para três dias de moqueca.


Não fumo mais meu cigarro na varanda

Por Raphael Roale em 18/01/2008

Como dizia um grande amigo: “parar de fumar é fácil; eu mesmo já parei várias vezes!“. Pois bem, como não tenho vergonha na cara pra largar o vício do cigarro, decidi que agora só fumo dentro de casa. Nada de varanda, apesar dos protestos domésticos.

Quer saber o motivo? Assista o vídeo e me dê razão, por favor.


Aula de finanças. Ou férias do Dr. Love?

Por Raphael Roale em 10/01/2008

Eu tenho um amigo português que resolveu largar tudo para estudar. Está fazendo MBA de Finanças. Como o malandro gosta e entende desse negócio de ações, dividendos, aplicações, bolsa de valores e o escambau, de vez em quando me manda alguns artigos e historinhas par tentar me aliciar para esse mundo esquisito e cheio de jargões indecifráveis.

Quero ser Rica
Aluga-se para temporada…

Bem, há uns dias ele me mandou a historinha que se segue. Mas assim que li, pensei cá com meus botões: “Dr. Love já saiu pro carnaval e Dr. Money resolveu dar as caras e desafogar sua caixa postal respondendo as mensagens“. Vê lá se não é isso.

Pergunta de uma mulher num site financeiro, pedindo ajuda para um problema:

“Eu sou uma garota linda – maravilhosamente linda – de 25 anos. Sou bem articulada e tenho classe. (…) estou querendo me casar com alguém que ganhe no mínimo meio milhão de dólares por ano. Tem algum homem que ganhe 500 mil ou mais neste site? Ou esposas de gente que ganhe isso? Vocês poderiam me mandar algumas dicas? Já  namorei um homem de negócios que ganha por volta de 200 a 250 mil. Mas eu não consigo passar disso. E 250 mil não vão me fazer morar em Central Park West. Eu conheço uma mulher da minha aula de ioga que se casou com um banqueiro e vive em Tribeca, e ela não é tão bonita quanto eu, nem é tão inteligente. Então, o que ela fez de certo que eu não fiz? Como eu poderei chegar no nível dela?”

Resposta de um corretor de Wall Street:

Li seu anúncio com grande interesse e pensei com cuidado sobre seu dilema. 

Primeiramente, não estou gastando seu tempo, pois me qualifico como um homem que atende seu orçamento, ou seja, eu ganho mais de 500 mil por ano. Isto posto, fiz a análise da sua situação , considerando os fatos da seguinte forma:

Sua oferta, quando vista da perspectiva de um homem como eu, é simplesmente um péssimo negócio. Eis o porquê: deixando as firulas de lado, o que você sugere é uma negociação simples. Você entra com sua beleza física e eu entro com o dinheiro. Ótimo, fácil. Mas tem um problema. Sua aparência vai se acabar e meu dinheiro vai continuar existindo… de fato, é bem possível que meus rendimentos aumentem, mas é certeza absoluta o fato de que você não vai ficar nem um pouco mais bonita!

Assim, em termos econômicos, você é um ativo sofrendo depreciação e eu sou um ativo rendendo dividendos . Você não somente sofre depreciação como esta depreciação sempre aumentará! Explicando: você tem 25 anos hoje e deve continuar gostosa pelos próximos 5 anos, mas sempre um pouco menos a cada ano. Então, o fim de sua aparência começa cedo. Aos 35 anos você já estará acabada!

Assim, usando o linguajar de Wall Street, nós a chamaríamos de “trading position” (posição para comercializar), e não de “buy and hold” (compre e retenha) – que é o que você deseja . Daí o problema… casamento. Não faz sentido, do ponto de vista de negócios, “comprar” você (que é o que você quer), portanto, preferiria alugá-la .  Se você estiver pensando que estou sendo cruel, tenho a dizer o seguinte: Se meu dinheiro vai se acabar, você também vai. Então, quando sua beleza se esvair, eu tenho que ter uma opção de saída. É simples assim. Um negócio razoável, portanto, é um namoro, e não um casamento.

Paralelamente a isso, bem no início da minha carreira me ensinaram sobre mercados eficientes. Assim, eu me pergunto: como uma garota “articulada, com classe e maravilhosamente linda” como você, ainda não achou seu tio Sukita? Acho então difícil acreditar que você é tão bonita quanto diz e os 500 mil dólares ainda não te encontraram, nem que fosse pra um “test drive”…

Por sinal, um lembrete: sempre há um jeito de você descobrir como ganhar dinheiro por conta própria, para não precisarmos ter esse tipo de conversa.

Com tudo isso dito, devo dizer que você está tentando da maneira certa. É a clássica “capitalização via golpe do baú”. Espero que lhe tenha sido útil e, se quiser negociar um contrato de aluguel, fale comigo.


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