Céu de Jesus Cristo ou créu de Satanás

Por Raphael Roale em 30/03/2008

E não é que a dança do Créu foi parar lá com os irmãos e irmãs de Cristo? Com todos os erros de português que não podem faltar em qualquer ladainha evangélica.

Então, assista o vídeo da dança do Créu evangélica. Até porque “Se você não for pro céu, Satanás… créu!”.

Seilá… tenho a impressão que esse post devia ter sido escrito pelo Cardoso.

Via Fudeu.


Caneca Ecológica: como reciclar uma garrafa PET

Por Raphael Roale em 27/03/2008

Minha filha mais velha fez um trabalho para o colégio sobre reciclagem de materiais. Uma das tarefas seria conseguir a divulgação em um veículo de comunicação. Então, caros leitores, é com muita honra que apresento a Caneca Ecológica – feita a partir da reciclagem de uma garrafa PET. Pode ser de refrigerante, água, suco, qualquer uma que seja resistente.

Aprenda, então, o passo-a-passo da reciclagem e construa sua própria caneca:

Fotos e Arte por Thábata Ladeira, aluna do sétimo ano do ensino fundamental.

Passo 1
Escolha uma garrafa PET, de preferência de 1 litro e bem resistente e lave-a bem.

Passo_1

Passo 2
Corte uns 9 cm de baixo para cima, sem cortar totalmente a circunferência

Passo_2

Passo 3
Corte os cantos da garrafa de baixo para cima, de forma com não chegue na parte do bico da garrafa

Passo_3

Passo 4
Corte a parte de cima de forma com que não chegue ao bico da garrafa

Passo_4

Passo 5
Encaixe a parte de cima com a parte de baixo passando por trás

Passo_5

Passo 6
Agora é só usar!

Passo_6


Sacanagem no funk, Furacão 2000 e um tapinha na hipocrisia

Por Raphael Roale em 27/03/2008

Será que vocês lembram daquela música (sic!) que, lá pelos idos de 2002, dizia mais ou menos assim: “Dá uma quebradinha / E sobe devagar / Se te bota maluquinha / Um tapinha eu vou te dar / Porque: / Dói, um tapinha não dói / Um tapinha não dói.”

Então, lembrou? Refresque sua memória com o vídeo abaixo:

O nome desta pérola do funk carioca chama-se “Um tapinha não dói”, produzida pela Furacão 2000. Foi largamente reproduzida por tudo quanto é canto do Brasil por um tempo. E, por sorte, o sucesso foi tão efêmero quanto suas irmãs funkeiras: acho que não passou de um carnaval.

Pois bem. Uma ação ajuizada lá em 2003 pelo Ministério Público Federal e pela Themis – Assessoria Jurídica e Estudos de Gênero contra a produtora Furacão 2000 teve êxito agora, quase 5 anos depois. A Furacão 2000 foi multada em 500 mil reais só por ter lançado a música “Um tapinha não dói”. O motivo? Tanto o MP quanto a Themis consideram que a letra da música banaliza a violência contra a mulher, transmite uma visão preconceituosa contra a imagem da mesma, além de dividir as mulheres em boas ou más conforme sua conduta sexual. Na ação movida, ainda afirmam que “esse tipo de música ofende não só a dignidade das mulheres que comportam-se de acordo com o descrito em suas letras, mas toda e qualquer mulher, por incentivar à violência, tornarem-na justificável e reproduzirem o estigma de inferioridade ou subordinação em relação ao homem”.

Porra nenhuma! Pura hipocrisia idiota! Eu não gosto de funk, acho que em muitos casos existe a banalização do sexo, exageram na sacanagem no baile funk inclusive com meninas menores de idade… Mas, a letra da música “Um tapinha não dói” não fala nada demais, tem coisa MUITO pior por aí, como a exaltação à bandidagem e ao tráfico de dogras (“Morro do Dende é ruim de invadir, nos com os ‘alemão’ vamos se divertir”), apelo gratuito ao sexo e coisas do gênero. Talvez seja erótico demais a maneira como a galera dança funk, mas e os axés da vida? Também são. E a falecida lambada? Tinha até criança se esfregando com adulto!

Imagine se a moda pega? O Professor Pasquale processando essa galera toda do funk por assalto à língua portuguesa; tudo quanto é cantor sertanejo sendo acionado pela Associação dos Cornos Mansos; a turma toda da esquerda marxista defensora dos afro-brasileiros (ainda existe isso?) multando a Kelly Key pela Loirinha e o Negão. E por aí vai.

O fato é que eu tenho implicância com ONGs, pricipalmente aquelas se valem da hipocrisia brasileira para aparecer e mostrar serviço. Quanto é que não foi gasto nessa ação idiota? Tem tanto trabalho escravo, velho babão pedófilo e marido porrando a mulherada pra se preocupar por aí…

Fonte: G1


Piolhos: como acabei definitivamente

Por Raphael Roale em 27/03/2008

Piolho na Cabeça
Ah! Não esquente! Até o Joel Santana tem piolho…

Quando era mais jovem (eu ia dizer “menor” mas, dada a minha estatura, a lembrança de um duende falante não seria legal) eu tive muito piolho. Meus irmãos também.  Minha mãe ficava desesperada, não sei se pelo fato de arrebentarmos a cabeça coçando ou pela vergonha de ter os filhos “sujos”. Lembro até hoje do inferno que era ficar com um pano cheio de álcool na cabeça enrolado num saco plástico, da queimação irritante, das longas e doloridas horas tendo o cabelo puxado pelo pente fino até que a praga saísse da cabeça. E os piolhos sempre voltavam.

Eu tenho duas filhas em idade escolar. E o contato com outras crianças no ambiente fechado de uma sala de aula aumenta o risco de contágio, já que a infestação por piolho (pediculose, para os mais letrados) acontece quando ele pula de uma cabeça para outra. As lêndeas – os ovos do piolho – ficam grudadas nos fios de cabelo e são fáceis de serem reconhecidas, não dá para confundir com caspa.  A coceira intensa no couro cabeludo é o principal sintoma da pediculose, e ficar coçando até ferir (como eu fazia) pode provocar uma infecção secundária.

Eu e minha digníssima patroa (ok, mais ela do que eu) já sofremos pra cacete com as crianças com piolhos. Usamos TODOS os xampus milagrosos que apareciam na televisão. TODAS as simpatias e tratamentos caseiros que minha avó indicava – álcool na cabeça, vinagre, óleo queimado, e por aí vai – e até já pagamos alguém pra ficar horas catando o piolho na cabeça das crianças. O resultado era sempre temporário. SEMPRE voltava.

Até que há alguns anos descobri um remédio chamado Revectina, do laboratório Solvay Farma. Não lembro se foi indicação de alguém ou sugestão do pediatra. Mas o fato é que, depois das meninas terem tomado as duas pílulas da caixinha NUNCA MAIS os piolhos voltaram. Pelo que eu li, parece que a Revectina tem em sua fórmula uma substância ativa que permanece no sangue da criança e que paralisa o piolho, levando-o à morte. Lindo, não é? Depois é só reforçar a dose e tirar o que sobrou na cabeça da criança com um pente fino.

Mas é claro que você não é idiota o suficiente para dar um remédio a seu filho sem antes conversar com o pediatra. Como sou um pai responsável e inteligente, foi o que eu fiz. Até porque tem médico que não recomenda, pois a criança deve ter acima de 2 anos e pesar mais de 15 kg antes de tomar remédio para piolho.

Outras medidas para evitar piolhos

Não adianta só ficar dando remédio e passando xampu na cabeça da garotada para evitar que sejam infestadas por piolhos. Todo mundo tem que ajudar. Listo aqui algumas pequenas e simples dicas que sigo.

  • Peça a escola para enviar comunicados frequentes sobre a importância da prevenção da infestação por piolhos e com medidas simples de verificação.
  • Não deixe que seu filho utilize pentes ou escovas de outras crianças. As minhas andam sempre com uma na mochila.
  • Fique sempre de olho no comportamento. Começou a coçar a cabeça, tá na hora de sentar e olhar o cabelo fio por fio.
  • Converse sempre com o pediatra sobre o assunto.


DISCLAIMER: Este artigo é apenas um relato pessoal do inferno que é para acabar com os piolhos e como enfrentei a situação. NÃO é um post pago. NÃO se deve tomar remédio sem prescrição médica.


Páscoa: Cristo, ovos de chocolate e uma boa vontade do cacete!

Por Raphael Roale em 21/03/2008

_pascoa
Um ovo, dois ovos, três ovos… pra mim!

Esse negócio de Páscoa é uma merda. Nunca entendi direito essa coisa de ovo de chocolate com ressurreição de Cristo. Quer dizer que o cara morre, ressuscita, e a gente comemora distribuindo ovos de chocolate que vêm do rabo de um coelho? É coisa de maluco, não é?

Estava conversando com um amigo meu sobre esse assunto. No que o malandro me relata uma conversa que teve com o filho, tentando entender essa coisa de Páscoa, morte, Jesus Cristo, Judas e chocolate.

– Pai, o que é a Páscoa?
– Ora, Páscoa é… bem… é uma festa religiosa!
– Igual ao Natal?
– É parecido. Só que no Natal comemora-se o nascimento de Jesus, e na Páscoa, se não me engano, comemora-se a sua ressurreição.
– Ressurreição?
– É, ressurreição. Maria, vem cá!
– Sim?
– Explica a esta criança o que é ressurreição para eu poder ler o meu jornal descansado.
– Bom, meu filho, ressurreição é tornar a viver após ter morrido. Foi o que aconteceu com Jesus, três dias depois de ter sido crucificado. Ele ressuscitou e subiu aos céus. Entendido?
– Mais ou menos… … Mãe, Jesus era um coelho?
– Que é isso menino? Não me diga uma coisa destas! Coelho! Jesus Cristo é o Pai do Céu! Nem parece que este menino foi baptizado! Jorge,este menino não pode crescer assim, sem ir à missa pelo menos aos domingos. Até parece que não lhe demos uma educação cristã! Já pensaste se ele diz uma asneira destas na escola? Deus me perdoe! Amanhã vou matricular esta criança na catequese!
– Mãe, mas o Pai do Céu não é Deus?
– É filho, Jesus e Deus são a mesma coisa. Vai estudar isso na catequese. É a Trindade. Deus é Pai, Filho e Espírito Santo.
– O Espírito Santo também é Deus?
– É sim.
– E Fátima?
– Sacrilégio!
– É por isso que no mapa fica o Espírito Santo?
– Não é o Estado Espírito Santo que fica no mapa, meu filho. É o Espírito Santo de Deus. É uma coisa muito complicada, nem a mãe entende muito bem, para falar a verdade nem ninguém, nem quem inventou esta asneira a compreende. Mas se perguntar à catequista ela explica muito bem!
– Bom, se Jesus não é um coelho, quem é o coelho da Páscoa?
– (gritando) Eu sei lá! É uma tradição. É igual ao Papai Noel, só que em vez de presentes, ele traz ovinhos.
– O coelho põe ovos?
– Chega! Deixa-me ir fazer o almoço que eu não aguento mais!
– Pai, não era melhor que fosse galinha da Páscoa?
– Era, era melhor, ou então peru.
– Pai, Jesus nasceu no dia 25 de Dezembro, não é? Que dia que ele morreu?
– Isso eu sei: na sexta-feira santa.
– Que dia e que mês?
– Sabe que eu nunca pensei nisso? Eu só aprendi que ele morreu na sexta-feira santa e ressuscitou três dias depois, no sábado de aleluia.
– Um dia depois portanto!
– (gritando) Não, filho – três dias!
– Então morreu na quarta-feira.
– Não! Morreu na sexta-feira santa… ou terá sido na quarta-feira de cinzas? Ah, moleque, já me confundiste! Morreu na sexta-feira e ressuscitou no sábado, três dias depois!
– Como!? Como!?
– Pergunte à sua professora da catequese!
– Pai, então por que amarraram um monte de bonecos de pano na rua?
– É que hoje é sábado de aleluia, e aqui no bairro vão fingir bater em Judas. Judas foi o apóstolo que traiu Jesus.
– O Judas traiu Jesus no sábado?
– Claro que não! Se ele morreu na sexta!!!
– Então por que eles não lhe batem no dia certo?
– É, boa pergunta.
– Pai, qual era o sobrenome de Jesus?
– Cristo. Jesus Cristo.
– Só?
– Que eu saiba sim, por quê?
– Não sei não, mas tenho um palpite de que o nome dele tinha no apelido Coelho. Só assim esta coisa do coelho da Páscoa faz sentido, não acha?
– Coitada!
– Coitada de quem?
– Da tua professora de catequese!!!

Só me resta desejar a todos um boa Páscoa. Com ou sem chocolate, e uma boa surra em Judas (se é que me entendem)!


Meu carro foi clonado. O que faço agora?

Por Raphael Roale em 17/03/2008

_carro clonado

Neste momento eu estou prestes a trocar de carro. Optei por não comprar um carro zero, mas um modelo melhor com no máximo dois anos de uso. Fiz as contas e percebi que com a mesma grana eu conseguiria um carro mais luxuoso, mais confortável, porém com o odômetro já alterado. Mas depois que li que um camarada de Belo Horizonte levou um susto quando descobriu um clone do seu carro estacionado na garagem do próprio condomínio, redobrei a atenção e decidi pesquisar um pouco a respeito para não ser pego de calça curta.

Para minha surpresa, percebi que não há muito o que fazer para identificar se o carro é ou foi clonado. De acordo com meu “consultor para assuntos automobilísticos” e meu vendedor predileto Eri Alessandro da Top Car Multimarcas de Brasília, “quando um carro chega para ser negociado, verificamos o estado da documentação e comparamos com o número do chassi. Se a documentação indicar algum tipo de rasura, uma coloração diferente ou o número do chassi estiver estranho ou arranhado, ou mesmo se a numeração não bate com a que está impressa no vidro peço desculpas e não aceito o veículo”. Verificar se o carro possui muitas multas também faz parte do pacote. “Se o carro possui multas em lugares muito distantes em pouco espaço de tempo, também desconfiamos. Pode ter sido clonado e o proprietário nem saber”, indica o gerente de outra agência de automóveis aqui da Capital Federal que me pediu para não ser identificado.

O DETRAN DF me informou que o órgão responsável por manter o registro dos veículos em circulação no Brasil é o DENATRAN, e que não existe na legislação de trânsito uma regra específica para carros clonados. Contudo, a responsabilidade pela lisura da documentação é da agência ou concessionária onde você está comprando o veículo. Ou do atual proprietário, no caso da compra ser feita diretamente.

E como descobrir se você teve o carro clonado?

_cancela 
Melhor você não jogar o recibo fora… a natureza agradece. Seu bolso também. 

Basicamente só percebemos quando começam a chegar multas as quais não cometemos, em lugares onde não estávamos, distantes de onde moramos. Nestes casos, só resta ao proprietário recorrer ao DENATRAN com uma justificativa indicando que não foi você o autor das infrações.

A justificativa (pasmem!) deverá ser escrita à mão junto com algum documento que prove que o seu carro não estava onde a multa disse que estava. Pode ser um bilhete de estacionamento ou recibo de abastecimento. Ou seja, é você que precisa provar que não cometeu a infração. Então, não jogue fora os seus recibos. Mantenha-os por pelo menos dois meses, prazo médio para que uma multa cometida em outro estado chegue até a sua casa.

E boa sorte na próxima compra.

Nota: Este artigo participa do projeto Blogagem Inédita do Interney Blogs. A lista dos artigos integrantes do projeto está neste post.


Vídeo Cansei de Ser Sexy. A coroação da imbecilidade.

Por Raphael Roale em 14/03/2008

Tenho lido por aí sobre o vídeo mais visto no YouTube: o Cansei de Ser Sexy, ou CSS para os íntimos, da banda homônima paulistana. E como hoje eu não tinha porra nenhuma pra fazer, em vez de ficar só babando em cima do teclado resolvi conhecer o fenômeno assistindo o tal vídeo.

Claro! Imaginei que, com mais de 100 milhões de acesso ao vídeo, só podeia ser a oitava maravilha do mundo! Inovador, contemporâneo, letras inteligentes e um som de arrasar.

Para quem ainda não viu, assista aqui o vídeo do CSS.
Continuamos a conversa um pouco mais a frente.

E aí? Surpreendente, não é?

Eu juro que tô aqui há mais de uma hora tentando entender o que tem demais nessa merda de vídeo sem graça, com uma banda idiota e sem qualquer novidade, com uma música que não fala nada com nada.

“Music is my boyfriend. Music is my girlfriend. Music is my sister.” Genial, não é mesmo? Será essa a coroacão da imbecilidade? Esse é o futuro tosco que espera minhas filhas? Então pare o mundo que eu preciso descer, agora!

Alguém aí pode me ajudar numa explicação razoável sobre o sucesso desta bosta?


Sua sogra não merece sofrer. Compre sofás confortáveis.

Por Raphael Roale em 09/03/2008

Minha sogra me avisou hoje que vai se despencar lá do Rio e passar um tempo aqui comigo. Eu ADORO a minha sogra. Não tem nada mais fora de moda e sem graça do que ficar soltando ao quatro ventos coisas do tipo:

“Sogra só devia ter dois dentes: um para doer e outro para abrir garrafa de cerveja”

“Em quantas partes se divide a cabeça de uma sogra? Depende da força da porrada. Se for do genro então…”

“Se sogra fosse boa não rimava com cobra.”

“Sogra é igual à cerveja: só é boa gelada e em cima da mesa”

Essas e outras piadinhas sem graça com as sogras não são justas, são cruéis. A minha sogra é uma santa. Por isso, estive dando uma olhada em uns sofás extraordinários e confortáveis para a velha senhora. Quando ela chegar aqui, não vai mais querer ir embora.

Podem me ajudar a escolher?

_Sogra Sofá Brasa
Modelo fogo no rabo
Para quem tem mais o que fazer do que encher o saco dos outros.
Excelente para as sogras gordas e faladeiras.

_Sogra Sofá Cactus
Modelo pinica bunda.
Ideal para as sogras relaxadas e sizudas.

_Sogra Sofá Cobra
Modelo senta na cobra.
Pior que vai ter sogra se sentindo em casa.

_Sogra Sofá Ovos
Modelo ovos frescos.
Melhor nem comentar.

 

Compare preços de cama
Aproveite o embalo dos sofás, e veja
uma porrada de cama maneira
que tem lá no Buscapé!


Vaga para trabalho em Brasília, ótima oportunidade. Ou não.

Por Raphael Roale em 06/03/2008

Um amigo Goiano (sempre esse povo!) me contou que veio para Brasília há alguns anos atrás de melhores oportunidades de trabalho, aumentar seu salário, ganhar mais, ter a carteira assinada, FGTS, plano de saúde, plano odontológico… essas coisas que importantes para quem procura emprego.

_trabalho

Pois bem… nas suas pesquisas por um bom emprego, deu de cara com o seguinte oferta de trabalho anunciada num jornal de grande circulação:

Ginecologista oferece vaga de assistente em Brasília.
Sexo masculino. Ótimo salário, com benefícios.
Procurar o SEBRAE de sua região.

Então o malandro ficou todo animado… se vestiu com paletó e gravata – que, segundo a etiqueta, é a roupa certa para uma entrevista de emprego – passou perfume mesmo sem ter tomado banho, colocou o currículo embaixo do braço e partiu serelepe em busca de maiores explicações.

Chegando ao local indicado, foi direto ao balcão de informações da empresa e travou o diálogo que se segue. Ele jura que foi a mais pura verdade.

Funcionário: – Pois não, meu amigo. Em que posso ajudá-lo?

Goaino: – Eu vim pela vaga de emprego de assistente de ginecologista. Será que você pode me dar maiores detalhes sobre o trabalho e esta oportunidade?

Funcionário: – Claro! O trabalho consiste em aprontar as pacientes para o exame ginecológico. Você deve ajudá-las a tirar a roupa, e cuidadosamente lavar suas partes genitais. Depois você faz a depilação dos pêlos púbicos com creme de barbear e uma gilette novinha. A seguir deve esfregar gentilmente óleo de amêndoas doces, de forma a que elas estejam prontas para o ginecologista. O salário mensal é de R$ 4.500,00, com carteira assinada e demais benefícios, como plano de saúde e odontológico, ticket refeição e vale-transporte. Ah! Mas você tem que ir até Goiânia para esta vaga.

Goiano: – Que beleza! Goiânia fica só a 200 km de Brasília! Vou poder ver meus pais! Mas é lá o emprego? Em Goiânia?

Funcionário: – Não, meu camarada! Em Brasília mesmo… é que o fim da fila já tá lá em Goiânia!

E, por ora, me calo!


Nossa mandioca é maior que a sua

Por Raphael Roale em 04/03/2008

Tem coisas que só aparecem aqui em Brasília, para inveja da galera lá de Campinas, Goiânia e cidades afins com alto índice demográfico de desenterradores de mandioca.

Mas tem nada não. Já que tem gente com os anos em festa, vou embrulhar e mandar de presente. Pago o Sedex, sem problemas.

Mandioca Goiana
Mandioca gigante de Brasília faz a festa dos milicos

O malandro da foto acima é um militar reformado da aeronáutica que colheu uma mandioca de mais de 2 metros de comprimento no seu quintal aqui em Brasília.

Seilá, talvez tenha sido essa a inspiração para o trote dos soldados.

Fonte: G1


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