De tanto falar na chuva, ela finalmente chegou no cerrado. E São Pedro resolveu mandar de uma vez só – e na porrada – o que a galera tanto pediu. Por sorte eu não tava na cidade, já tinha fugido para Pirenópolis (cuja aventura será tema de outro artigo em breve).
Mas parece que a coisa aqui em Brasília na última sexta-feira não foi mole, não. Tinha rua alagada, àrvore caída, carro virado… era quase uma visão do inferno. E eu numa boa, sem saber de nada, curtindo minha cachoeira.
As fotos acima foram gentilmente roubadas do Feito à Mão, na cara dura, já que eu tava longe e mesmo se estivesse aqui, não teria a pachorra de sair na rua.



Uma ação do GDF (Governo do Distrito Federal) anunciada esta semana pretende tirar das ruas quem vive nelas. Agentes sociais vão tentar levar para pensões, pequenos hotéis e um albergue os moradores de rua por tempo indeterminado. Ao todo são 600 indigentes contabilizados, que vivem sob as marquises da rodoviária e debaixo dos viadutos da esplanada.

Isso aí, meu chapa! Lembre-se que aquela área no passado era deserto puro. Só que esses caras se adaptaram à vida urbana e geralmente são encontrados em caixas de esgoto e de luz, onde encontra o seu principal alimento, as baratas. E tem nego morrendo de picada lá em Brasília. Eu mesmo já encontrei uns dois.
Eu adoro rodízio de massas. Sinto saudades até hoje dos finais de semana em que me acabava no