Ensaio da Viradouro, Praia e Itaipava barata. Quer mais?

Estou aqui no Rio para as festas de fim-de-ano. Na verdade, em Niterói. E mesmo estando a um passo de ser expulso, existem três coisas que REALMENTE sinto falta quando volto para o Cerrado. Falta essa que só me dou conta de existir quando estou aqui por estas bandas.

1) A praia, e da tranquilidade do caos

Tempestade no Rio vista de Camboinhas
Uma quase-tempestade sobre o Rio,visto de Camboinhas

Sim, praia faz falta.
Mesmo no caos de uma tempestade, mesmo sem sol, sem nada.

2) Cerveja Itaipava barata. E gelada!

Cerveja Itaipava barata e gelada
Cerveja Itaipava gelaaaaaada!

Em Brasília, a Itaipava é cerveja de rico.
Aqui no Rio, de todos.

3) O ensaio da Bateria da Viradouro


Vídeo do ensaio da bateria da Viradouro

Samba, carnaval, cerveja.
O mundo desaba com a Bateria da Viradouro.

O carioca no país das maravilhas

Acabei de ver o último episódio da temporada de Alice, série produzida pela HBO. Na história, Alice se muda do Tocantins para São Paulo por conta da morte do pai. Aí começam suas perambulações pela cidade grande, as festas, a loucura, novos amigos. Enfim, como a personagem da história de Lewis Carroll, um novo mundo se abre e a necessidade de se encontrar nesse espaço é o tema de toda a temporada – que recomendo sem erro pela direção, argumentação, trilha sonora e excelentes atores (nota 10 para a mineira Andréia Horta).

_alice

Um ano se passa, e no último capítulo nossa Alice resolve voltar a Tocantins para resolver algumas questões sobre a mãe que morreu/não morreu lá pelas dunas do Jalapão. Resolvidas as pendengas, ainda no minúsculo aeroporto de Palmas, encontra um cara visivelmente nervoso e o seguinte diálogo se trava, mais ou menos assim:

Alice: – Tá nervoso?

Cara: – Tô. Primeira vez em São Paulo.

Alice: – Fica nervoso não. Você vai gostar.

Cara: – Você é de lá?

Alice: – Sou. Sou de São Paulo, sim.

Semana passada estive no Rio – em Niterói, na verdade -, coisa que faço pelo menos duas vezes por ano. Só que não me reconheci mais na cidade em que nasci, cresci, estudei, namorei, casei, tive minhas filhas. Percebi que não pertenço mais àquele lugar, me senti um estranho, as ruas, as pessoas, não me sentia confortável. Mesmo conhecendo cada milímetro daquele espaço que foi um dia todo o meu mundo, me perdi. Por dentro, não por fora.

A cidade me rejeitava, me expulsava, como se eu fosse um corpo estranho. E eu tentava me apegar a tudo aquilo de novo, com força, mas não conseguia me fixar. Não quero mais voltar pra ficar. Meu porto já está em outro lugar.

Sou candango, e vim para ficar.

Vaga para trabalho em Brasília, ótima oportunidade. Ou não.

Um amigo Goiano (sempre esse povo!) me contou que veio para Brasília há alguns anos atrás de melhores oportunidades de trabalho, aumentar seu salário, ganhar mais, ter a carteira assinada, FGTS, plano de saúde, plano odontológico… essas coisas que importantes para quem procura emprego.

_trabalho

Pois bem… nas suas pesquisas por um bom emprego, deu de cara com o seguinte oferta de trabalho anunciada num jornal de grande circulação:

Ginecologista oferece vaga de assistente em Brasília.
Sexo masculino. Ótimo salário, com benefícios.
Procurar o SEBRAE de sua região.

Então o malandro ficou todo animado… se vestiu com paletó e gravata – que, segundo a etiqueta, é a roupa certa para uma entrevista de emprego – passou perfume mesmo sem ter tomado banho, colocou o currículo embaixo do braço e partiu serelepe em busca de maiores explicações.

Chegando ao local indicado, foi direto ao balcão de informações da empresa e travou o diálogo que se segue. Ele jura que foi a mais pura verdade.

Funcionário: – Pois não, meu amigo. Em que posso ajudá-lo?

Goaino: – Eu vim pela vaga de emprego de assistente de ginecologista. Será que você pode me dar maiores detalhes sobre o trabalho e esta oportunidade?

Funcionário: – Claro! O trabalho consiste em aprontar as pacientes para o exame ginecológico. Você deve ajudá-las a tirar a roupa, e cuidadosamente lavar suas partes genitais. Depois você faz a depilação dos pêlos púbicos com creme de barbear e uma gilette novinha. A seguir deve esfregar gentilmente óleo de amêndoas doces, de forma a que elas estejam prontas para o ginecologista. O salário mensal é de R$ 4.500,00, com carteira assinada e demais benefícios, como plano de saúde e odontológico, ticket refeição e vale-transporte. Ah! Mas você tem que ir até Goiânia para esta vaga.

Goiano: – Que beleza! Goiânia fica só a 200 km de Brasília! Vou poder ver meus pais! Mas é lá o emprego? Em Goiânia?

Funcionário: – Não, meu camarada! Em Brasília mesmo… é que o fim da fila já tá lá em Goiânia!

E, por ora, me calo!

Nossa mandioca é maior que a sua

Tem coisas que só aparecem aqui em Brasília, para inveja da galera lá de Campinas, Goiânia e cidades afins com alto índice demográfico de desenterradores de mandioca.

Mas tem nada não. Já que tem gente com os anos em festa, vou embrulhar e mandar de presente. Pago o Sedex, sem problemas.

Mandioca Goiana
Mandioca gigante de Brasília faz a festa dos milicos

O malandro da foto acima é um militar reformado da aeronáutica que colheu uma mandioca de mais de 2 metros de comprimento no seu quintal aqui em Brasília.

Seilá, talvez tenha sido essa a inspiração para o trote dos soldados.

Fonte: G1

Poker liberado em Brasília

Essa é pra quem tá a fim de tentar a sorte na mesa e ganhar um bom dinheiro jogando Poker. Oportunidade rara aqui na Capital.

FPW - Torneio de Poker em Brasília

Começa hoje em Brasília o Federal Poker Weekend (FPW). O evento promete reunir jogadores de poker de todo o Brasil, à semelhança do que acontece nos grande hotéis em Las Vegas. O palco será o San Marco Hotel – no Setor Hoteleiro Sul.

Você terá até o dia 02 de março para tentar levar os 100 mil reais em premiação garantida, jogar cash-games, visitar stands com produtos relacionados ao poker, e participar de um seminário com o autor do best-seller “Aprendendo a Jogar Poker – Princípios, Técnica & Prática” e campeão Paulista de Poker de 2006, Leonardo Bello.

Segundo informações Nutzz, empresa que coordena o torneio, o evento é 100% legalizado e considerado a maior competição de Texas Hold’em da Capital Federal.

Para maiores informações sobre o Federal Poker Weekend em Brasília, ligue para os números (61) 9223-0181, (61) 8428-6305 e (61) 8157-8574.

Ah… e boa sorte!

Homens e mulheres nuas (ou quase) nas ruas de Brasília

Essa é para os tarados e taradas de plantão: amanhã, dia 27 de Fevereiro, a partir das 14 hs, homens e mulheres quase nuas – vestindo apenas calcinhas, sutiãs e cuecas – vão desfilar na Rodoviária do Plano Piloto distribuindo panfletos que alertam sobre a importância do uso da roupa de baixo a todos aqueles que estiverem passando pelo local.

Mulheres de Calcinha e Sutiã
Quer me ver sem roupa? Aparece lá na Rodoviária…

Este é o segundo ano consecutivo do manifesto fashion que promove a roupa de baixo. A idéia original veio de um movimento norte-americano em que, anualmente, dezenas de modelos desfilam pela Times Square, em Nova York, quase nus – só de calcinha, sutiã e cueca.

Aqui em Brasília – única cidade brasileira a imitar o movimento – a organização é feita por três amigos responsáveis por um site de moda. Em 2007 o grupo enfrentou dificuldades para convencer modelos e lojas a participarem do manifesto já que algumas delas desistiram em cima da hora, pela vergonha e inexperiência. Mas, neste ano, o interesse foi maior e, além de ceder as peças, as lojas patrocinaram o evento.

Diferentemente da primeira versão do evento, quando os modelos foram produzidos com cabelos e maquiagens carnavalescas, neste tudo será mais sóbrio para chamar atenção para as peças.

Fonte: G1

Incidente no metrô

Estação do Metrô
Tem coisas que só acontecem no metrô…

Eu não lembro se já cheguei a comentar por aqui que o Metrô de Brasília é uma piada: leva do nada para lugar algum. Simplesmente não dá pra usar como meio de transporte público e funcional. As estações são em pontos nada estratégicos, fazendo que com que o pobre-coitado do usuário prefira ir andando pro trabalho. Tanto que um colega paulista exclamou certa vez ao ver a maravilha tecnológica percorrendo os trilhos ao lado do shopping, tal seu diminuto tamanho: “Pô… que legal! Tem até trem-fantasma por aqui!”

Bem, outro dia fui passear de Metrô e me deparei com o incidente que relato a seguir. Juro que é verdade! É claro que o desfecho não é tão interessante como algumas histórias de carnaval de certos malandros, mas não pude deixar contar a vocês.

Então segura a história:

Estava lá, todo contente no meu assento, quando vejo um anão escorregando pelo banco e um outro passageiro, solidário e bem vestido, recolocando o malandro de volta, no mesmo lugar. Como o Metrô estava um pouco cheio e não havia lugar para todos, alguns ficavam de pé. O anão, coitado, ficava de pé mesmo estando em um dos assentos. Talvez para poder enxergar melhor as estações.

Um tempinho depois, o anão voltou a escorregar e o mesmo passageiro voltou a colocá-lo no assento. Estava até achando interessante a solidariedade do passageiro se preocupando com o anão.

Só que o Metrô não parava de chacoalhar e o anão não parava de escorregar. Lá pela décima vez, o cara que estava de pé ficou puto da vida e encheu o saco de ficar sendo babá do sujeito desprovido de altura e bradou:

– Pô, camarada! Tá de sacanagem? Eu não me importo de te ajudar, mas será que você não consegue sentar-se direito? Já tá chato ficar te segurando…”

No que o anão responde, placidamente:

– Meu amigo, estou há mais de cinco estações tentando sair… mas o senhor não deixa!

E tenho dito!

Estou ficando velho pra sair na balada

Noitada, na balada, saída, ir pro rock… seja lá que expressão queira usar, significa entrar numa boate (ou danceteria, ou casa de show), enfrentar filas gigantescas pra conseguir uma cerveja (cara!), ouvir umas músicas (ruins!) que mais parecem batuques na moleira, disputar espaço com adolescentes histéricos (e desmiolados!), ameaçar estes mesmos adolescentes que tentam mexer com sua mulher (esposa, pô!), enfrentar novamente uma fila pra pagar (caro!), chegar em casa acabado e dormir até babar.

Pista de Dança para velhos
Luz, câmera, ação! Cadê o malandro rodopiando?

Parece filme de terror? Quase. Acho que tô ficando velho para este tipo de programa: boate de adolescentes. Foi o que tentei fazer depois de muitos anos frequentando lugares que já não me pedem mais identidade na porta.

O alvo escolhido foi a boate The Ville, em Niterói. A incursão ocorreu durante minhas merecidas férias na cidade natal. Além de me aventurar em pescarias noturnas, fui convencido de que “ir pra balada” seria um programa legal.

Balada na boate The Ville - com Skol!
Eu tava lá mesmo. Só com muita Skol na cabeça pra aguentar.

Então, por favor caros baladeiros e amigos leitores: me ajudem a entender o que tem de legal e divertido nos acontecimentos a seguir.

Fila para entrar na fila

O camarada que inventou o sistema de pedir identidade para lhe conceder o direito de entrar na fila para mostrar novamente a identidade não deve ter mãe! Ou deve ser coisa da associação dos macacos-segurança-de-boate para garantir o emprego dessa galera. Neste ponto, eram três a conferir minha cara-crachá.

Fila para dar o nome para outra fila

Depois do direito concedido a entrar em mais uma fila, novamente tenho que mostrar a identidade, nova conferência cara-crachá realizada e meu nome devidamente apontado numa comanda. À mão. Neste ponto era uma desmiolada acompanhada de outro segurança fazendo o relato. E olha que ainda nem entrei pelos portões dourados da boate.

Fila para conferência da comanda e mais cara-crachá

Passando finalmente pelos portões dourados, encontro mais uma fila. Agora é pra pegar a comanda onde a desmiolada escreveu meu nome à mão, e mais uma conferência cara-crachá. Feito isso, meu RG, nome e número da comanda passa a ter registro em um sistema computadorizado. Ou seja, por que o imbecil lá na primeira fila já não faz esse troço? Ou talvez a própria desmiolada da primeira conferência?

The Ville. Agora que entrei, quero é curtir.
Tá na hora de curtir… cadê o cara da cerveja?

Ok, agora que entrei eu quero beber

Bem, mais fila. Dessa vez, percebo que cada ponto de venda de cerveja tem pelo menos duas pessoas: uma para te servir e marcar à caneta a comanda, e outra para digitar no computador a mesma coisa que o cara que te serviu acabou de fazer. Excelente, não é? Tem noção da quantidade de postos de trabalho desnecessários que foram criados? E das filas que se formam com este procedimento peculiar? É duro… por isso a Skol Longneck custa 5 reais.

Agora que consegui pegar a cerveja, quero dançar!

Beleza, vou dançar. Num cubículo com mais umas 100 pessoas. E com músicas que nem minha filha de 13 anos – e que ouve aquela droga de Jovem Pan todo dia – conhece. Não dá pra empolgar. E como agora devo mexer o corpo na batida maçante daquelas músicas? Acho que vou ficar parado, levantar o braço e balançar a cabeça pra frente e pra trás. Dá jeito, não dá?

Já bebi e já dancei. Agora, vou ao banheiro.

Num ambiente lotado de gente se balançando, tentar ir ao banheiro não é uma tarefa das mais fáceis. Reparei que, quando um cara quer passar atrás de você, antes dá uma batidinha complacente nas suas costas, manda um “desculpa aí”, gira o corpo um pouco pro lado e tão rápido quanto chegou tenta não encostar nas suas partes baixas e protegidas – o que invariavelmente acaba acontecendo, mas o corpo de lado minimiza o estrago. Só que a malandragem impera quando o sujeito quer passar por uma mulher. Fica parado, partes baixas salientes, e a pressa de mijar desaparece como que por encanto. Afastar essa papagaiada das costas de sua mulher é tarefa recorrente. E nada agradável.

Enchi o saco. Vou embora.

Depois de enfrentar filas para entrar e beber, lutar contra músicas alucinadas, se estranhar com a malandragem na sua mulher e lutar para ir ao banheiro, chegou a hora de pagar a conta. Devia ser fácil e rápido, não é? Esquece. Mais fila. Dessa vez única e indiana. E mais conferência cara-crachá. Talvez para garantir que você seja o mesmo babaca lá do início da noite. Só que com o saco muito mais inchado!

Tô fora!

Ofurô no navio
Daqui ninguém me tira… só se o navio afundar.

Meu negócio é esse aí de cima: ofurô no navio; garçóns me servindo; ser chamado de senhor; sem ninguém pra perturbar.

Será que estou ficando velho?

Pescaria na lagoa, sossego, pôr-do-sol, e… Goianos na água!

Passei o natal e o ano-novo no Rio. Tá, eu sei que a notícia é velha, que o Carnaval tá logo aí porrando a porta… mas é que eu tava há um mês sem Internet, sem telefone, sem saco de usar uma linha discada emprestada pra enfiar as novidades. Então, oficialmente, o ano começa agora para mim e para o blog.

Pôr do Sol - Praia de Itaipu
Quer sossego? Pôr-do-sol em Itaipu, Niterói. É só esquecer a fedentina…

E continuando as amenidades, fui pescar siri e camarão de arrastão na lagoa de Itaipu, em Niterói. É um lugar legal se você não prestar atenção no cheiro de peixe podre, na lama que come sua perna e nos mosquitos te zoando à noite.

E por ser uma lagoa de fácil acesso, tem uma galera tirando onda de jet ski. Ou pelo menos tentando, como o malandro aí da foto:

Acho que minha idéia não vai dar certo.
Veja como sou esperto! Será que meu carro sabe nadar?

O zé mané me enfia as quatro rodas de uma picape na lama, sem tração, encaixa o reboque na traseira, mete uma porrada de gorducho no carro e ainda acha que a coisa vai funcionar. Sem chance! O pior é ter que aguentar a galera sacaneando:

Alguém me ajuda a tirar o carro da água?
Alguém viu minha bóia por aí?

Então? Quantos cariocas são necessários pra tirar o carro de um Goiano da água? Não sei, mas prefiro ficar de fora tirando fotos e zoando. É muito mais divertido!

Pescaria de siri na lagoa
Siri esperto não aparece no arrastão. Ou vira moqueca.

Mas depois da palhaçada, consegui siri o suficiente para três dias de moqueca.

Férias no Rio de Janeiro e a volta triunfante. Chega de samba.

Rio de Janeiro: praia, sol, futebol, samba, cerveja, batuque… duas semanas de exageros gatronômicos, sociais e festivos chegam hoje ao fim. De volta ao cerrado, caros amigos. De volta à vida normal.

Fim de férias. Chega de praia.

Mas sem antes das aporrinhações de sempre, é claro!

Para começar, a droga do meu vôo está atrasado em nada menos do que 3 horas! Ao menos desta vez é apenas um atraso. A única companhia aérea que tinha lugares disponíveis era a OceanAir – por razões óbvias, não é mesmo? – e não tive outra alternativa. Confesso que fico um pouco apreensivo em viajar por companhias aéreas pequenas e desconhecidas para mim, mas sigamos em frente.

Depois tem o acesso à internet. Antes de sair de férias para o Rio resolvi assinar o serviço de internet sem fio ASAS, do IG, que atualmente pertence à BrasilTelecom e é suportado pelo BrTurbo. Uma zona do cacete. A vantagem é que, além de ser um valor mensal razoavelmente pequeno, ele vem direto na minha conta de telefone fixo. Sem complicação.

Só não sei que bosta estes caras do IG  fizeram que romperam a parceria com a VEX, que deve ter hotposts de acesso em mais de 90% dos aeroportos brasileiros. Agora, para acessar via ASAS, preciso de um hotspot da Telefonica.

A conclusão é que tive que pagar novamente por um serviço que já estava contratado, já que no aeroporto Tom Jobim – Galeão – no Rio de Janeiro não tem ponto de acesso WiFi da Telefónica! E toma-lhe dinheiro pelo ralo!

E por falar em dinheiro pelo ralo, o único lugar disponível que encontrei para sentar, com uma mesinha decente e uma tomada por perto pra ligar o notebook foi no restaurante mais caro de todo o aeroporto: o Demoiselle. E como eu tenho cara de pau, mas não de ferro, aguentar os garçons sem pedir nada é dose. Um choppinho 200 ml a R$ 3,20. E chega!

Eu devia mesmo é ter comprado um livro e ter deitado no saguão. Mais barato, não acham?